Por que preciso fazer aulas de dança, se tenho unção?
Muitas pessoas me fazem essa pergunta. E vou responder com partes do livro que escrevi sobre dança, já divulgado aqui no Blog.
Texto extraido do livro: A Dança: “Da Bíblia para a Igreja” de minha autoria.
Filipenses 1.6: “Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até o dia de Cristo Jesus...”.
Estamos no culto, quando o coral ou um(a) cantor(a) começa a se apresentar. O domínio das vozes, a harmonia do cantor com os instrumentos nos enchem o coração de alegria.
Quando vamos conhecer mais a fundo o trabalho deles, descobrimos aulas de técnicas de canto, domínio do diafragma, além de exaustivas horas de ensaio. E achamos tudo coerente.
Mas, para o louvor através da dança não precisa, basta a unção? É óbvio que não!
A técnica é fundamental para o melhor desempenho por parte de quem dança.
Através de aulas, aprendemos a manter a coluna ereta, o que nos evitará problemas físicos no futuro, bem como desenvolver os movimentos sem machucar joelhos, pescoço e outras partes do corpo.
Somado a isso, aprendemos a ter coordenação motora, ritmo (fundamental para quem dança), expressão corporal e facial, leveza nos gestos e graça nos movimentos.
Podemos também executar passos mais difíceis (saltos, piruetas, espacates), sem nos machucar ou sentir dor.
Outro fator positivo é que, através das aulas, vamos nos tornando cada vez mais seguros e podemos encarar os que nos assistem e sorrir sem medo de errar os passos ou nos perder no tempo da música.
Mais um aprendizado fundamental para quem se engajou no ministério com danças é a contagem da música-passos, que só conseguimos desenvolver através das aulas.
E é preciso lembrar o texto sobre os filipenses, mencionado no começo do capítulo.
Nós, crentes, não podemos esquecer a lição de humildade deixada por Jesus: Aprender a lavar os pés.
Baseando-se nessas palavras, apresento a quem tiver interesse em fazer aula um cronograma dos locais e horários onde ministro aulas de técnica de dança:
Segundas-feiras das 20:00 as 21:30
Local: Igreja do Evangelho Quadrangular do Parque São Domingos
Terças-feiras das 18:30 as 20:30 (com treino de ponta)
Local: Primeira Igreja Batista da Lapa
Sábados das 17:00 as 18:30
Local: Igreja Cristo Salva (Pirituba)
Domingo das 8:30 à 10:00
Local: Igreja Tempo da Graça (Parque São Domingos) (Grupo que agrega mulheres da terceira idade)
Domingo das 11:00 à 12:30
Local: Igreja Batista Água Da vida (Jardim Tremembé)
Caso você tenha interesse em fazer aulas num desses locais ou prefira que as aulas sejam ministradas para o seu grupo de dança em sua igreja, ou ainda, tenha interesse em seminários sobre o assunto, entre em contato através do e-mail: ritadecassiabcruz@gmail.com
Continuação do texto extraido do livro: A Dança: “Da Bíblia para a Igreja”.
…Antes dos discípulos ganharem o mundo, eles passaram, no mínimo, três anos ao lado do seu mestre.
Observando e aprendendo…
…Quando vemos o pastor pregar, nos emocionamos com sua sabedoria dentro da Palavra de Deus.
Já imaginaram se ele não conhecesse a Bíblia? Como poderia pregar?
Ninguém cogita a possibilidade de um pastor não conhecer a Bíblia, mas aceitam perfeitamente ministros que não conhecem o seu ministério…
…Infelizmente, não podemos deixar de falar sobre a arrogância daqueles que não querem aprender. Típica atitude dos vaidosos, que não admitem que outras pessoas saibam mais do que eles e podem lhes ensinar.
Para piorar, existem pessoas que incentivam o não aperfeiçoamento usando desculpas: “Você não precisa fazer aulas, dança lindamente...”, “Se ficar técnica demais, vai acabar perdendo a unção...” e por aí vai...
São os familiares e amigos que, sem se dar conta, estão impedindo o ministro de se tornar melhor, mais capacitado.
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Técnico em Computação
Estão na firma ao lado do computador.
_ E, então, é isso... _ disse o dono da empresa. _ Não consigo abrir meus arquivos e tem muita coisa importante nesse computador.
_ Vamos ver. _ falou o técnico e passou a mexer, aqui e ali, no computador. Finalmente, após horas de tentativas vãs, conseguiu abrir um dos arquivos. _ Este está ok! _ afirmou, enquanto continuava a mexer no mouse e no teclado.
O homem se levantou em desespero.
_ Ei! _ gritou. _ O que você fez?
_ Fechei o arquivo. _ respondeu placidamente o técnico.
_ Não, seu imbecil! Você acabou de excluir, definitivamente, meu documento e eu ainda não tinha feito cópia. Que raio de técnico é você?
_ Na realidade, eu não sou técnico, mexo no computador porque gosto e sempre quis mexer.
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E, é claro, que a situação ficou pior, indo parar no juizado de pequenas causas.
Também, aonde já se viu querer lidar com uma coisa tão complexa como um computador, sem no mínimo ter aprendido o básico?
Aonde já se viu?
Nas igrejas, com dança...
Ninguém atua em um ramo profissional sem conhecê-lo. Só nós, evangélicos, achamos que podemos tudo e ainda nos sentimos melindrados se alguém nos aconselha a procurar aprimoramento.
Tem gente que não entende absolutamente nada de dança, mas acredita que pode dizer o que uma pessoa, ou um grupo deve ou não fazer.
É claro que Deus é quem nos capacita. Mas, não podemos confundir as coisas. Quando o Senhor tem um chamado para uma determinada pessoa, Ele espera que ela desenvolva sua aptidão…
Obviamente no livro faço outras colocações, como também confronto-as com a Bílbia, mas expos esses textos para que você entenda qual importante é não pegar o Dom que Deus te deu e enterrá-lo.
Sou moradora da avenida em questão (das fotos na matéria) desde 19/11/2007 e me pergunto porque a matéria não conversou comigo, ou com os demais moradores do Conjunto residencial Itaguaçu da Cantareira, para saber o nosso lado da questão?
O que foi colocado é apenas a parte idílica, de quem vem de fora, mas e os problemas que tudo isso tem gerado?
Bem, vou expor alguns, ressaltando que tenho mais de 500 vídeos e mil fotos comprovando os problemas relatados.
Um deles é que nós moradores perdemos os direitos básicos e garantidos pela constituição do país de:
1) Ir e vir, sem ser atropelado por motoristas amadores que veem em dezenas ao mesmo tempo, praticar aula de volante sem ser habilitado, (incluindo adolescentes).
2) Ir e vir com os nossos carros sem correr o risco de atropelar alguém, uma vez que as pessoas das comunidades próximas usam A ÚNICA RUA – não há outro acesso, nem tampouco calçadas – como calçadão para corridas, bicicletas, patins, e etc.
3) Outro direito constitucional é o descanso e não temos, pois a andança começa lá para as 4 e meia da madrugada e finda, (as vezes não finda), lá para as 24:00. Risos, música alta, crianças brincando com bola, bicicleta, patins entre outros. (Se fosse parque teria horário de funcionamento)
Aqui virou um motel a céu aberto, já que alguns estacionam seus carros para praticar sexo.
Garotos das comunidades próximas vem para cá aos montes (as vezes 27 ou mais ao mesmo tempo e nos ameaçam. Eu fui ameaçada de morte por eles três vezes, até minha mãe, só porque saímos na janela para saber porque os cachorros não paravam de latir. (os meninos estava usando a corrente da minha garagem como balanço).
A violência aumentou exponencialmente. Já tivemos roubo a mão armada e até sequestro, desde que a portaria foi retirada. (Se fosse parque, teria segurança).
Como não há calçadas por ser um loteamento, as pessoas fazem “caminhada” na rua, em dupla, trio, grupo, as vezes 10 pessoas em fileiras, impossibilitando aos MORADORES usar o leito carroçável e ainda xingam; nos mandando para lugares irrepetíveis ou para dirigir pelos fios de eletricidade.
Todos os dias. TODOS OS DIAS! Temos que atender a porta, para dar água a alguém, eles pedem, as vezes mandam: _ O dona, dá água aí que estou com sede… (Se fosse parque, teria bebedouro).
Verde e meio ambiente viraram mictório, as pessoas urinam e defecam no mato… (Se fosse parque, teria banheiro)
Moramos num parque, POSTO NÃO SER UM PARQUE. (é apenas nome, como Parque dos Príncipes, por exemplo). Quem cuida da manutenção é o loteamento, e apesar de ZERA (zona exclusivamente residencial ambiental), os de fora, usam como parque, banheiro, desova de animais mortos, drogas e churrasco, mesmo não tendo acesso a banheiros ou bebedouros (aqui não tem nada disso, insisto, não é parque!).
E nós que pagamos IPTU residencial, temos todos os malefícios de viver num parque,
sendo que não é um parque. Não há moradores dentro do Horto, Vilas Lobos ou Ibirapuera, só no entorno. Nós moradores não somos responsáveis por não haver um parque na região e essa situação não é boa para ninguém, nem para nós, nem para quem usa aqui por não ter uma opção adequada.